Com quatro linhas apenas
acendo a aurora do silêncio,
pois é nas coisas pequenas
que a vida se transforma. Em rio…
Arquivo de Abril, 2008
Vai onde o vento voa
Posted in Cavernas, Vídeo on 28 /Abril/ 2008 | 1 Comentário »
Nesta Primavera que soluça…
Posted in Terra on 24 /Abril/ 2008 | 1 Comentário »
One Day in Spring…
One day in spring, a woman came
In my lonely woods,
In the lovely form of the Beloved..
Came, to give to my songs, melodies,
To give to my dreams, sweetness.
Suddenly a wild wave
Broke over my heart’s shores
And drowned all language.
To my lips no name came,
She stood beneath the tree, turned,
Glanced at my face, made sad [...]
Dia da Terra
Posted in Escrita, Terra, com etiqueta Terra on 22 /Abril/ 2008 | 4 Comentários »
É hoje que se comemora o dia da terra.
É pena não se comemorar todos os dias. E todas as noites.
Amanhã o speeding ticket começa a aumentar de valor e o que conseguimos consciencializar hoje, esvanece-se rapidamente.
Como podemos tratar tão mal quem nos acolhe?
Submente
Posted in Cavernas, Escrita, Terra, com etiqueta Pessoa on 16 /Abril/ 2008 | 2 Comentários »
ζ
Always something bitting, below
Porque será que desejo
Aquilo que não preciso?
Porque a alma um fogo tem,
Quente, abstracta cobiça,
Que só busca o mais além?
Porquê, senão p’la razão
Da alma só alma ser?
Quando em seu todo ocultada,
Quem pode a causa saber
Em [suas] leis disfarçada?
Mas isto não interessa.
O que importa é o sofrer
E a tensão que provém
De o [...]
Tudo para nada
Posted in Solidariedade, Vídeo, com etiqueta Being on 14 /Abril/ 2008 | Leave a Comment »
A million miles our vagabond heels
Clocked up beneath the clouds
They’re counting down to show time
When we do it for real with the crowds
Air miles are owing
But they don’t come for free
And they don’t give you any for pain
But if it’s all for nothing
All the roadrunning’s
Been in vain
The rimshots come down like [...]
Vermelho
Posted in Vídeo on 13 /Abril/ 2008 | Leave a Comment »
Perguntas se hoje é o dia….
é, mas é talvez apenas tão somente uma tarde
Pevides
Posted in Cavernas on 04 /Abril/ 2008 | 2 Comentários »
Quando se fecha um melão, as pevides lá dentro ficam sem acção de resposta. Depois não há faca que consiga abrir em condições e dar talhadas simétricas.
As simetrias não existem. Apenas as que os espelhos imitam.

