Este ano a azeitona não vingou. Mas o azeite vai vir do mesmo lagar, só espero que o preço não suba pela pouca oferta. Coisas do clima. Aproveito para tentar fazer a minha horta um pouco mais produtiva. Se o tempo ajudar claro! As favas do costume, as ervilhas que também se safam muito bem. [...]
Arquivo de Novembro, 2008
Dez dias de carrêgo
Posted in Terra, Vida, com etiqueta Interior, Paz, Terra on 21 /Novembro/ 2008 | 2 Comentários »
Em todo o lado (C. McVie)
Posted in Cavernas, Escrita, Solidariedade, com etiqueta Chover no molhado, Venenos on 19 /Novembro/ 2008 | 2 Comentários »
O silêncio…
É aquilo que morre no interior das árvores.
Como uma maré que não vaza, um pé que não quer ir na frente do outro.
Derrama a sua ignorância como uma ave que não voa.
Diabo de machado que não corta o vento agreste da clivagem.
O mundo é feito de varas. Direitas, tortas e quebradas.
A luz é um [...]
de terra, de pedra, sobem, descem, cruzam-se, reparam-se.
E acabam.
É a condição de existir.
Out-on-0
Posted in Fotos, com etiqueta Nuvens on 10 /Novembro/ 2008 | Leave a Comment »
Photo-gra-phy
Nicola Bettale
FREE
FALL
ON THE WINGS OF A BEE
ON THE TOP OF THE WALL
Be yourself
Posted in Escrita, com etiqueta Horizon on 10 /Novembro/ 2008 | Leave a Comment »
freezed over a natural sense of do-not-know-what-to-do
∞
The drum of life keep beating. . . . .
(sem título)
Posted in Amigos, Escrita, Solidariedade, Vida, com etiqueta Amigos, Nuvens on 09 /Novembro/ 2008 | Leave a Comment »
Inside
Posted in Vida, com etiqueta Cavernas, Interior, Vermelho on 08 /Novembro/ 2008 | 4 Comentários »
Será que é preciso morrer
Para ver o coração por dentro
Entrar nele e saber
O que corre dos dedos até ao centro?
Apertar
Sentir a vida mudar
Em cada segundo que bate
E dizer um disparate
Para perceber afinal
Que a luz que não vês
É apenas um sinal
Que não se conta até três…
O frio enrija
Mesmo que o corpo não exija
Onde há [...]
Ultimate collection
Posted in Cavernas, com etiqueta Puré on 05 /Novembro/ 2008 | 1 Comentário »
Por entre a linha quadriculada
Faço contas, como quem escreve música
Mas ao fim desta tabuada
Nada resta, nada sobra e nada fica
One slip
Two sides
Three grains
Four rides
Five songs in the deep
Six days in water drains
∂
________
T.
Posted in Poesia, Terra, com etiqueta Poesia on 04 /Novembro/ 2008 | Leave a Comment »
I
The winter evening settles down
With smell of steaks in passageways.
Six o’clock.
The burnt-out ends of smoky days.
And now a gusty shower wraps
The grimy scraps
Of withered leaves about your feet
And newspapers from vacant lots;
The showers beat
On broken blinds and chimneypots,
And at the corner of the street
A lonely cab-horse steams and stamps.
And then the lighting of the lamps.
II
The [...]
nul-idade
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Venenos on 04 /Novembro/ 2008 | Leave a Comment »
De um lado o horizonte, do outro o infinito. Só depois o sabugueiro.

