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Arquivo de Abril, 2009

À falta de alguidar

 
Tenho que arranjar uma ‘apanhadeira’ automática…

como não havia alguidar nem balde, vai num saco (sem publicidade)!! 

Para amanhã estão programadas as favas com bucho e entremeada.

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Dual core

 

segundos que ficam na memória gelada, rompem na aurora descendente que fica por cima do ombro encostado.
Ir. Vir. Ficar quieto. Adormecer.

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Uns e outros

 
 

Basta uma brisa leve de leste
Para fazer subir sem pressa
A vida e a luz que acendeste
Quando a direcção que seguias não era essa
 
Dizer que a boa nova é sempre bem vinda
Mesmo que seja ferida aberta de outrora
Quando não cicatrizou
Ainda!
Para quê querer abri-la agora
Se a paz em ti nunca sarou

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Gota de nada

 
Dentro daquilo que é
A construção do presente
Faz-se pé ante pé
Descalço ou sem corrente
 
Mergulhando no mar sem ondas
Ouves o eco profundo
Dos golfinhos
E das lendas
Em qualquer parte do mundo
Os raios de sol não estão sozinhos

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Saber onde é

aquela escada que leva a lado nenhum, só é escada por que tem degraus.
Subir. Descer. Sentar. Reflectir
ora aí está algo que se diz porque as palavras saltam à nossa frente, sem subir, sem descer. o Escher é que sabia.
Eu apenas sei que desço a escada para sair de casa e desço a escada para entrar [...]

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Memória

Que encontro eu na gaveta
que não tenha já procurado tanta vez
- não é lápis nem caneta -
Será a sedução, talvez
 
Ela está quase sempre fechada
As coisas mudam apenas de lugar
A ordem já não interessa nada
Apenas se perde a capacidade de guardar
 
A cada canto o pó seco se acumula
Como uma viagem à distância que se anula
Reóstato avariado [...]

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When I Grow Up
Fever Ray
Composição: Karin Dreijer
When I grow up, I want to be a forester
Run through the moss on high heels
That’s what I’ll do, throwing out boomerang
Waiting for it to come back to me
When I grow up, I want to live near the sea
Crab claws and bottles of rum
That’s what [...]

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Replace

 
 
 
 

Tantos anos de pé, guardando no interior a labuta de todos os dias.
Agora o sol espalha-se nas paredes e abriga azinheiras furtivas.

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Raiar de Abril

dois dias sem pensar
só sentir a energia do lugar
e ver o azul sorrir
na pele o sol sentir
 
fazer, olhar, fechar, partilhar
não ter pressa de abalar
mas a hora surge sem pressa
numa vontade que se peça

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Falar com vontade

 
encontrei um espaço dentro da saudade, que tem corrente como um ribeiro e pedras como um caminho.
Mas à volta há uma presença que se transforma, quando a brisa sopra e de repente se cala.
Na água nem a foz é o fim.

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