parar
sentir o barulho ao longe
abrir o livro na página certa
sem morrer na praia deserta
neste hábito já sem monge
dormente no seu rezar
»
voltar
ouvir o fundo do mar
numa onda quieta navegar
só
Arquivo de Agosto, 2009
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Posted in Poesia, com etiqueta Interior on 29 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
ficar
Posted in Vida, com etiqueta Nuvens on 27 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
na penumbra
um dia a diferença esbate-se e os objectivos esfumam-se
do mal o menos
Posted in Vida, com etiqueta Venenos on 27 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
se não for para nos sentirmos pequenos.
Mais um dia à sombra
Posted in Fotos, Vida, com etiqueta Nuvens on 26 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
fiquei sentado a meio caminho, olhando, esperando. tanto espera quem está como quem vem. quando alguém desce há sempre alguma coisa que sobe. e nem sempre se voa…
Retrocesso
Posted in Poesia, com etiqueta Horizon, Poesia on 25 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
não me chegam os dias de sombra
austera
e aqueles que já ninguém lembra
dão-me paixão sincera
duvido que haja perdão
para esquecer quem disse não
sabendo que ao fazê-lo
destruiria o breve apelo
nem sempre a luz te ilumina
nem sempre a noite te guarda
e quando a cortina é parda
além dela nada se destina
sente o recuar da maré
diferente do que amanhã é
rede 2.0
Posted in Fotos, com etiqueta Fotos on 24 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
nos caminhos percorridos fica sempre a marca invisível
Rios sem pontes
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Interior on 23 /Agosto/ 2009 | 2 Comentários »
sabendo onde passar a vau, porquê escolher o mais largo e fundo?
nobody knows
not only the sun glows
in-pensar
Posted in Fotos, com etiqueta Cavernas on 20 /Agosto/ 2009 | Leave a Comment »
à pressa modifiquei a distância
só depois percebi que era imutável
era tarde e não tinha moedas
adormeci
ao longe a lua crescia
só então haverá outro dia
ninguém te diz o que houve
Posted in Não classificado on 08 /Agosto/ 2009 | 1 Comentário »
I’m Nobody! Who are you?
Are you — Nobody — Too?
Then there’s a pair of us!
Don’t tell! they’d advertise — you know!
How dreary — to be — Somebody!
How public — like a Frog –
To tell one’s name — the livelong June –
To an admiring Bog!
Emily Dickinson
quanto mais te afastas
mais te aproximas do não
e soltas as frases [...]

