mais um que se junta ao lamento da rotina viciante e pobre no meio de um grande tormento neste círculo fica a secante e a virtude pouco nobre tudo se tenta se a indiferença atenta mas nada se lamenta se a falha aumenta sublime é a linha que separa lados opostos funda é a ferida [...]
Arquivo de Janeiro, 2012
Estar
Posted in Poesia, com etiqueta Cavernas, Horizon, REM, Venenos on 30 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
Mesa vazia
Posted in Poesia, com etiqueta Closer to the edge, Interior, Inverno, REM, Taleiga on 27 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
ergam-se taças de cristal digam-se palavras de circunstância passeios pensativos por essa marginal repletos de vagas lentas de elegância « ¨¨¨¨¨*¨¨¨¨¨¨» se fores um dia paz na guerra vida em casa vazia semente única na terra serás flor de inverno ao sol frio abraço terno num olhar vazio
Ainda
Posted in Poesia, com etiqueta Closer to the edge, Inverno, Nina's, Nuvens on 26 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
então se o silêncio a solidão a lua cheia fossem a unidade simples do universo não era necessária a morte ter nas mãos um difuso reflexo e na alma uma folha sempre cheia de trocas e lutas de ocasião o justo é um cavaleiro sem espada de capa rota e vingança velada neste sangue que [...]
A vontade de ser apenas uma folha no vento
Posted in Poesia, com etiqueta Chover no molhado, Inverno, Venenos on 25 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
se tens que saber a força da escuridão das paisagens haverá sempre alguém que torça a toalha molhada a semente mirrada o anel apertado o papel rasgado repete-se o hábito de seguir a linha morta da dor para lá do cúbito guardada atrás da porta
Absoluto eco
Posted in Poesia, com etiqueta Cavernas, Closer to the edge, Interior, Paz, REM, varrer, Venenos on 23 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
se assim for a perdição de saber um reflexo negativo do pudor a discórdia inocente para escrever errar e vender a alma que o diabo não merece um plano fechado que se filma onde apenas o acaso aparece o que retorna é a verdadeira melodia transparente o brilho que adorna a sombra fria e cadente
29
Posted in Poesia, com etiqueta REM on 21 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
I hide myself within my flower That wearing on your breast You,unsuspecting, wear me too – And angels know the rest I hide myself within my flower, That, fading from your vase, You, unsuspecting, feel for me Almost a loneliness
Escarificar
Posted in Poesia, com etiqueta Chover no molhado, REM, Taleiga on 19 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
perder noção da vida desconhecida dormir ausente na terra lavrada encontrar razão na paz perdida enfrentar o medo da palavra ousada erguem-se ao longe as brisas frias montam-se as invisíveis defesas nas sombras leves que guias escondem-se as simples belezas criar é breve morrer é memória numa nuvem leve se some uma história
se houvesse justa sabedoria
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Puré, REM on 15 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
haveria defesa para a superstição perdida pela sinfonia da perdição
Sentidos
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Closer to the edge, Inverno, REM, Terra on 13 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
sempre a meio-caminho entre o abismo e o porto de abrigo sem armas para a guerra sem armas para a paz – suja camisa de linho usando sempre o mesmo segredo que a ninguém digo – sentir nas mãos a terra e tudo o que nela jaz ¨ dentro de ti há muito saberás dar [...]
eye
Posted in Poesia, Vida, com etiqueta Ar, Cavernas, Closer to the edge, Interior, Inverno, Luz, REM on 10 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
cresce a noite sem estrelas fria a alma dói-te como as palavras singelas na folha vazia falta tudo o que se teve olha-se e esvazia-se o momento é breve a euforia vai-se
