ir atrás de mais nada horas e horas de pensamento perdida no pó da estrada fica a corda do lamento eras regra fora da repetição trazias no seio o fio-de-prumo depois sobreviveu o senão onde a morte não ostenta o fumo a vitória foi apenas sorte inapta deu-se a quebra do ritual nem sempre o [...]
Posts Tagged ‘Alentejo’
Alheio
Posted in Poesia, com etiqueta Alentejo, Interior, Ironias, Puré, REM, Terra, Venenos on 29 /Maio/ 2012 | Deixar um Comentário »
granate
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Vermelho on 28 /Maio/ 2012 | Deixar um Comentário »
Tri-angle
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Alentejo, outdoors, REM on 27 /Maio/ 2012 | Deixar um Comentário »
em cada momento que foge, fica a leve tristeza de desaparecer
Pendurado
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Ironias, Puré on 22 /Abril/ 2012 | Deixar um Comentário »
o valor é a forma abstracta da dimensão inteira
’12
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Alentejo, Being, Puré, REM, River of tears on 16 /Março/ 2012 | Deixar um Comentário »
quando se quer sem se crer, não se acredita no presente, a porta é sempre nefasta. tudo o que é amargo, nunca conquista, silencia cada degrau gasto, perde cada passo para o caminho. subir é às vezes descer
Sky
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Outono, REM on 15 /Novembro/ 2011 | Deixar um Comentário »
quando um lado começa, um outro se acaba.
Pulso
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Outono, Venenos on 31 /Outubro/ 2011 | Deixar um Comentário »
acaba mais uma jorna sem sal, sem brilho – nem o Hércules
Blue sunset
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Luz on 16 /Agosto/ 2011 | Deixar um Comentário »
não era para ser mas foi mais repousante que o descanso
Eu-cal-ipto
Posted in Escrita, Fotos, com etiqueta Alentejo, Ar, Luz, REM, Taleiga, Terra on 22 /Junho/ 2011 | Deixar um Comentário »
nem tudo é evidente, se a clareza e partida da noite te trazem a fluidez morta da ignorância. Quando parece que o vento acalma, vem a entrega perene das vertigens sagradas. A coragem é a incerteza da derrota.
