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Posts Tagged ‘Alentejo’

Tonalidades

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Santos para pular

Tinha que ser uma fogueira pequena, por causa dos incêndios, mas a noite estava fresca.

início da corrida

só fumaça

e vem um a reboque!!
Depois veio o próprio dia de S. João

há lá coisa mai’linda?

Os chamados figos de S. João. Tive que acordar primeiro que os estorninhos para conseguir apanhar alguns inteiros. Ainda fui atacado por umas formigas [...]

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7 partidas

a vida é sempre outra, nova a cada dia.
levantar antes das sete para comprar pão fresco à padeira ambulante. regar a horta e arrancar algumas daninhas. fazer o lume ou acender o carvão. tomar um duche com um balde pendurado no tecto. esquecer a cafeína…. dormir uma sesta leve. beber uma mini ao fim da [...]

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Spring – Allegro

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Sinfonia selvagem

O sol e o vento secam as lágrimas
Agitam as espigas
Juntam as folhas próximas
Como boas amigas
 
Eu sou apenas solidão
Presa, indistinta, desgostosa
Pregar sem palavras em vão
Não saber se é poesia ou prosa

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Não deixei entrar o Maio

 
 

Não deixei entrar o Maio.
Quem o faz anda o resto do ano molengão – dizem os anciãos sem meias-palavras.

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À falta de alguidar

 
Tenho que arranjar uma ‘apanhadeira’ automática…

como não havia alguidar nem balde, vai num saco (sem publicidade)!! 

Para amanhã estão programadas as favas com bucho e entremeada.

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Replace

 
 
 
 

Tantos anos de pé, guardando no interior a labuta de todos os dias.
Agora o sol espalha-se nas paredes e abriga azinheiras furtivas.

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O sol é bom, mas…

 
A erva cresce só que, para as favas, o calor da tarde não é nada benéfico. A terra é muito permeável, precisa sempre de muita água e apenas a humidade orvalhada da noite não é suficiente para um bom desenvolvimento. Apenas uma parcela que apanha um pouco mais de sombra das laranjeiras está com melhor [...]

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Acreditar

 
Acreditar em certezas
É um dom que não existe
As ideias ficam bem presas
Na caixa que construiste
                
É como passear ao luar
Em dia de quarto crescente
Assim queiras ficar
Não no futuro, mas no presente
                  
A noite traz o sossego
Na aragem fria e suave
Ao que passou de novo me entrego
E amanhã serei outra ave

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