quando a ventura foi ser metade foi-se a corrente de um ribeiro inteiro num segundo de alternativa verdade sempre foi e será o pilar verdadeiro obra de duas almas serenas o calor, o silêncio e a bruma todas as palavras são pequenas quando basta apenas uma ergue o olhar junta as mãos seja a sonhar [...]
Posts Tagged ‘Outono’
Subdued
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Outono, Paz, Terra on 10 /Dezembro/ 2011 | Deixar um Comentário »
Sky
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Outono, REM on 15 /Novembro/ 2011 | Deixar um Comentário »
quando um lado começa, um outro se acaba.
Pulso
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Outono, Venenos on 31 /Outubro/ 2011 | Deixar um Comentário »
acaba mais uma jorna sem sal, sem brilho – nem o Hércules
Ali, cerce
Posted in Poesia, com etiqueta Aniversário, Closer to the edge, Interior, Nina's, Outono, Paz, REM, River of tears on 19 /Outubro/ 2011 | Deixar um Comentário »
as rolas dançam nos cedros fechados os sinos calam a sua sinfonia os epitáfios diluem-se no mármore e granito a terra seca e os dedos molhados as flores tristes ao final do dia o lápis de carvão tenta o destino escrito resolvido o teorema perde-se a razão de sair inventa-se novo lema como parede a [...]
Alma nua
Posted in Poesia, com etiqueta Ar, Being, Cavernas, Outono, Paz, REM on 03 /Outubro/ 2011 | 1 Comentário »
quando o manto negro chegar deixa que as lágrimas opacas sejam a suave mortalha redimida sem pesar como lume de brasas fracas escolhidas cá dentro como calha tudo o que ficará na poeira quente será o aroma esquecido e dormente de obras e luzes esboçadas nas manhãs frias e passadas assim será a partilha da alma [...]
That’s life
Posted in Fotos, Terra, com etiqueta Alentejo, Outono on 21 /Dezembro/ 2010 | Deixar um Comentário »
Renovação
Posted in Cavernas, Poesia, Terra, com etiqueta Alentejo, Outono, Puré, Taleiga on 18 /Dezembro/ 2010 | Deixar um Comentário »
depressa se esvai aquilo que irrompe sem mágoa a chuva ainda não cai é hora de outra água idolatrando o silêncio subjectivo como apetite austero de cada dia que vivo há outros que já não quero lá no fundo a semente germina memórias soltas num segundo nesta escuridão que me ilumina
echoes
Posted in Cavernas, Poesia, com etiqueta Chover no molhado, Closer to the edge, Horizon, Outono, REM, Venenos on 09 /Dezembro/ 2010 | Deixar um Comentário »
se eu morrer hoje não vou cá voltar amanhã e toda a areia que foge nessas mãos de alma sã construirá uma praia luminosa onde o mar é campa rasa coberto por pétalas de rosa do canteiro da tua casa um dia será desfiladeiro obscuro e então haverá um eco suave e puro
des-tino
Posted in Cavernas, com etiqueta Outono, Puré, REM on 07 /Dezembro/ 2010 | Deixar um Comentário »
numa vontade inglória de ser morre a vida que te deixo construindo um muro de desleixo falando pouco com tudo por dizer
Elmo
Posted in Não classificado, Poesia, com etiqueta Interior, Outono on 30 /Novembro/ 2010 | Deixar um Comentário »
neste humilde e pequeno canto onde me liberto e penso há uma espécie de manto que me defende do frio intenso que vem do líquido pranto derramado no mar imenso pelos dias cruzado e esquecido nos laços apertados sem sentido cofre sem chave telhado sem trave barco sem rumo fogo sem fumo
