ir atrás de mais nada horas e horas de pensamento perdida no pó da estrada fica a corda do lamento eras regra fora da repetição trazias no seio o fio-de-prumo depois sobreviveu o senão onde a morte não ostenta o fumo a vitória foi apenas sorte inapta deu-se a quebra do ritual nem sempre o [...]
Posts Tagged ‘Puré’
Alheio
Posted in Poesia, com etiqueta Alentejo, Interior, Ironias, Puré, REM, Terra, Venenos on 29 /Maio/ 2012 | Deixar um Comentário »
Pendurado
Posted in Fotos, com etiqueta Alentejo, Ironias, Puré on 22 /Abril/ 2012 | Deixar um Comentário »
o valor é a forma abstracta da dimensão inteira
De outra maneira
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Cavernas, Interior, Ironias, Puré, REM, River of tears on 17 /Abril/ 2012 | Deixar um Comentário »
nesta utopia errante de ficar cego para sentir a ferida rasgada na imensidão de guardar cá dentro o que sempre nego por mais que seja o éter da razão escrever à solta e sem eco derrubar miragens envoltas em nada uns dias rezo, noutros peco mas na paz branca da madrugada sou egoísta demais para [...]
me and all the fractals left behind
’12
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Alentejo, Being, Puré, REM, River of tears on 16 /Março/ 2012 | Deixar um Comentário »
quando se quer sem se crer, não se acredita no presente, a porta é sempre nefasta. tudo o que é amargo, nunca conquista, silencia cada degrau gasto, perde cada passo para o caminho. subir é às vezes descer
Winter report
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Ironias, Puré on 10 /Fevereiro/ 2012 | 2 Comentários »
quando há mais comentários de spam bloqueados do que real thing a vontade de continuar é ‘igual ao litro’. o que conta não é o objectivo mas o subjectivo ( AO às malvas também – que hoje é mais uma sexta de Fevereiro)
Ir onde está nada
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Cavernas, Interior, Ironias, Puré, REM, River of tears, Terra, Venenos on 07 /Fevereiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
perde o sentido salta o abismo renova o tempo perdido na busca dum idealismo < e quando ouvires o silêncio parado no mar quieto mais vale seguires um caminho secreto > essas folhas rasgadas do livro que te angustia são lágrimas deixadas num leito de fantasia # conceitos estranhos que se escutam sem atenção são sacrifícios tamanhos [...]
Take
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Horizon, Interior, Inverno, Puré, REM, varrer, Venenos on 03 /Fevereiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
this empty soul and make it grow old don’t say nothing this is the way to put me on a string of a brise to be always have a mind over trouble not that kind of marble
Aqui não há nada
Posted in Escrita, com etiqueta Ironias, Nuvens, Puré, REM, Venenos on 01 /Fevereiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
que seja mais que um arrepio, um sopro frio, um sol de inverno, um desejo eterno. uma vida imaginada
se houvesse justa sabedoria
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Puré, REM on 15 /Janeiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
haveria defesa para a superstição perdida pela sinfonia da perdição
