Há coisas com defeito. E há outras com feitio.
Acho que tenho em barda.
Dos momentos cruciais, triviais e quase banais que se tornam a trindade da vida, fico à porta de todos….. é defeito ou é feitio?
Posts Tagged ‘Puré’
Trindade
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Escrita, Interior, Nuvens, Outono, Puré on 15 /Novembro/ 2009 | Leave a Comment »
no time for landslide
Posted in Escrita, Fotos, com etiqueta Puré on 29 /Outubro/ 2009 | 1 Comentário »
insisto: quando conseguir ver o amanhã descobrirei que o passado morreu.
Desabafos
Posted in Cavernas, Escrita, Vida, com etiqueta Chover no molhado, Puré, Venenos on 26 /Outubro/ 2009 | 3 Comentários »
No desemprego desde 1 de junho.
Envio de CV ainda em maio.
Algumas entrevistas pelo caminho.
Apresentações quinzenais com fartura, no centro de emprego e junta de freguesia.
Este mês comecei a usar o twitter para pesquisar.
O iefp nunca me enviou nenhuma oferta de emprego.
Respondi a algumas via net.
Nalgumas tentei mudar de ramo de actividade.
Nas que eram da minha [...]
Jour
Posted in Não classificado, com etiqueta Puré on 25 /Outubro/ 2009 | 3 Comentários »
os dias também se abatem
In-vo-lucro
Posted in Fotos, Vida, com etiqueta Puré on 24 /Outubro/ 2009 | Leave a Comment »
cá dentro nem sempre é melhor que lá fora
home again
Posted in Não classificado, com etiqueta Puré on 16 /Outubro/ 2009 | Leave a Comment »
nobody there to ease the pain
home again
i can’t stand no more
always closing the door
Cura
Posted in Vídeo, com etiqueta Puré on 25 /Setembro/ 2009 | Leave a Comment »
but looking at the ceiling above.
dar um passo menor que o chão
Posted in Fotos, com etiqueta Chover no molhado, Interior, Nuvens, Puré, Venenos on 25 /Maio/ 2009 | 2 Comentários »
sozinho
enrolando
sem hum…idade
aumentar
Posted in Fotos, com etiqueta Puré on 13 /Maio/ 2009 | 2 Comentários »
no room for zoom
Peregrino solitário
Posted in Amigos, com etiqueta Amigos, Chover no molhado, Nuvens, Poesia, Puré, Venenos on 11 /Maio/ 2009 | 4 Comentários »
diria que acabou
que a porta se fechou
por razão da desistência
por falta de insistência
reconhecer o que está errado
não estender o cajado
dizer o que sempre se disse
fez com que a àrvore morresse
partilhar o branco e o preto
pode ser o mais correcto
se tiver onde deixar
o mocho para me sentar.

