nesta utopia errante de ficar cego para sentir a ferida rasgada na imensidão de guardar cá dentro o que sempre nego por mais que seja o éter da razão escrever à solta e sem eco derrubar miragens envoltas em nada uns dias rezo, noutros peco mas na paz branca da madrugada sou egoísta demais para [...]
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De outra maneira
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Cavernas, Interior, Ironias, Puré, REM, River of tears on 17 /Abril/ 2012 | Deixar um Comentário »
’12
Posted in Escrita, Vida, com etiqueta Alentejo, Being, Puré, REM, River of tears on 16 /Março/ 2012 | Deixar um Comentário »
quando se quer sem se crer, não se acredita no presente, a porta é sempre nefasta. tudo o que é amargo, nunca conquista, silencia cada degrau gasto, perde cada passo para o caminho. subir é às vezes descer
Estar
Posted in Poesia, com etiqueta Cavernas, Chover no molhado, Horizon, REM, River of tears, Venenos on 22 /Fevereiro/ 2012 | 1 Comentário »
quando esta dor breve se torna em sonho inerte nem toda a palavra serve se não conseguir dar-te uma nova janela onde se veja a ponte antiga a corrente singela e a neblina que nos liga seja hoje o dia de começo do rompante intenso pois nem sempre este meu abraço é o vazio onde [...]
Águas
Posted in Poesia, com etiqueta Ar, Horizon, Inverno, River of tears on 15 /Fevereiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
esquecidas todas as tempestades e cores navegas na noite sem rumo apenas vou às escuras se tu fores sigo sempre fora desse fio de prumo o vento norte que arrefece a proa torna mais belo o horizonte se não houver rainha sem coroa nem cavaleiro negro que te confronte ao sabor dessas marés vivas nascem [...]
Ir onde está nada
Posted in Poesia, com etiqueta Being, Cavernas, Interior, Ironias, Puré, REM, River of tears, Terra, Venenos on 07 /Fevereiro/ 2012 | Deixar um Comentário »
perde o sentido salta o abismo renova o tempo perdido na busca dum idealismo < e quando ouvires o silêncio parado no mar quieto mais vale seguires um caminho secreto > essas folhas rasgadas do livro que te angustia são lágrimas deixadas num leito de fantasia # conceitos estranhos que se escutam sem atenção são sacrifícios tamanhos [...]
Ali, cerce
Posted in Poesia, com etiqueta Aniversário, Closer to the edge, Interior, Nina's, Outono, Paz, REM, River of tears on 19 /Outubro/ 2011 | Deixar um Comentário »
as rolas dançam nos cedros fechados os sinos calam a sua sinfonia os epitáfios diluem-se no mármore e granito a terra seca e os dedos molhados as flores tristes ao final do dia o lápis de carvão tenta o destino escrito resolvido o teorema perde-se a razão de sair inventa-se novo lema como parede a [...]
Sete nove
Posted in Poesia, com etiqueta Aniversário, Interior, Luz, River of tears on 19 /Setembro/ 2011 | Deixar um Comentário »
ser menos que a redenção é ter na vida a cinza não queimada seja apenas porque sabes a razão sempre escondida e desventurada o vento que se lê na primeira pessoa não é frio nem leva as glórias eternas nunca serás mais uma ave que voa abrindo caminho pelas nuvens mornas do outro lado da [...]
Colecção
Posted in Poesia, com etiqueta Amigos, Chover no molhado, Interior, Ironias, Puré, River of tears, Taleiga, Venenos on 20 /Agosto/ 2011 | Deixar um Comentário »
sobre tudo impera este interesse mórbido pela falésia da alma de quem tudo espera como se houvesse apenas um apelo sórdido de estender a palma ao longe tudo se aproxima não há vontade mas tudo parece cair de cima redundância da verdade quando somente a amizade se estima a linha morre na sua eternidade deixem [...]
Ao colo
Posted in Fotos, Poesia, com etiqueta Being, Interior, Puré, REM, River of tears, Taleiga on 07 /Agosto/ 2011 | 2 Comentários »
e tudo me parece tão estranho as faces, os medos e as venturas do teu simples molde desconheço o tamanho se nada houvesse para lá da solidão ficaria às escuras teria sempre que nascer ao luar distante da segura paixão resgatando as folhas mortas para me deitar > o riso perdeu-se na infância o respeito [...]
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Posted in Poesia, com etiqueta Cavernas, Closer to the edge, Interior, Nuvens, Puré, REM, River of tears, Taleiga, Venenos on 23 /Julho/ 2011 | Deixar um Comentário »
onde há um gesto puro há uma tradição inteira que se apaga julgar que o dia é apenas um caminho duro sentencia a fome que em mim traga esse teu rei com saudades do futuro é apenas fruta madura que se estraga aqui há um braço caído uma lágrima usada dever nunca sentido pelas flores [...]
