21 /Dezembro/ 2018 por António
caminhei por entre as palavras perdidas
esperei a noite ébria
julguei que te via
mas era apenas a memória
em tantas noites seguidas
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
é nos momentos de partilha e união
que a lágrima é maior que o não
e me sento no chão
só
olho as estrelas e a lua
e nunca haverá beleza tão nua
que traga uma luz igual à tua
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28 /Novembro/ 2018 por António

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rivers to cross, numbers to forget, something to quit, face to wet, eyes to close, circles to break, errors to take, nights to wake.
another shot on a grey day, so many pains to dry and no stars in the sky…
let it burn, out!
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21 /Setembro/ 2018 por António
quando lavras as palavras
e colhes o que não escolhes
que seja o que se deseja
se tiver que ser ao entardecer
e que o vento norte não te traga nem a morte nem a sorte
pois onde houve depois
esta é o que resta
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28 /Agosto/ 2018 por António
já lá vai o dia
e nem sempre se promete
nem jura
com lágrimas de alegria
pois só o eco repete
a saudade que nunca dura
¨¨¨¨¨¨¨¨
sentado
perdi a noção e a paixão
que um dia voará a meu lado
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02 /Agosto/ 2018 por António
Then the sudden smell of burning flesh
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31 /Julho/ 2018 por António
por mais que seja a saudade
essa visão que atravessa o espaço
dirá sempre palavras menores
pois nunca a verdade
se desfaz como um laço
num arco-íris sem cores
♥
e é ser maior que o pó
ter tudo e ser apenas só
o fim secreto num banco de jardim deserto
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22 /Junho/ 2018 por António
sê a tristeza nos canaviais
a beleza no jamais
desiste sempre que a luz brilha
insiste no que ninguém perfilha
caminha e lembra o começo
desde agora até ao berço
(…)
acorda quando o sonho se dilui
adormece quando a saudade flui
sinto a tua mão quando digo não!
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