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Archive for Março, 2008

Bom senso

Escrita

Bom senso

Tenho a oportunidade de reflectir….

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Telha vã

Telhado

Uma telha que olha

Um céu que é meu

Quando a chuva te molha

Com uma nuvem de breu

Corre do alto, gota a gota

Junta-se a outras cantando.

Esta chuva que o chão ensopa

Dá a vida a tudo o resto,

Chorando.

Mas é talvez de alegria o manifesto

Depois o vento mansinho

Clareia a luz novamente

A água some-se no caminho

Volta o sol para a alegria da gente.

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Pelo buraco da agulha

Serei sempre eu. Com estofo de pássaro: as penas a voar ao sabor da brisa. Subindo no ar quente e batendo a asa para não entrar em voo rasante. Mas se tiver uma outra asa companheira, cortaremos o ar, à vez, para que as correntes não nos atrasem na busca da melhor paisagem.

E pousar nos ramos duma árvore – que já contribuiu para manter o ambiente com alguma qualidade e que agora apenas espera uma rajada de vento mais forte para cair gloriosamente – com alguém que aprecie a calma e tranquilidade do momento único do por-do-sol, é a melhor maneira de findar uma jornada de altos e baixos quotidianos.

Sendo assim, é inútil passar pelo buraco da agulha. Só a linha que alinhava a bainha o faz. Para ser apenas uma linha provisória. Apenas une por breves momentos. Uma costura que não perdura.

Não vou ser aquilo que outros esperam de mim. Sou eu. Imutável. Aprendiz com pouca bagagem. Caio muitas vezes. Levanto-me ainda mais depressa. Voando.

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Hora da Terra

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Uma meia-noite clara

Esta é a tua hora, ó alma, a do teu livre voo para lá das palavras,

Dos livros, da arte, apagado o dia, concluída a lição,

Quando tu emerges plenamente, silenciosa, absorta, meditando sobre os temas que mais amas,

A noite, o sono, a morte e as estrelas.

WALT WHITMAN

Folhas de Erva

(selecção e tradução de José Agostinho Baptista)

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mudras.gif

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Ode on solitude

I. 
How happy he, who free from care 
The rage of courts, and noise of towns; 
Contented breathes his native air, 
In his own grounds. 

II. 
Whose herds with milk, whose fields with bread, 
Whose flocks supply him with attire, 
Whose trees in summer yield him shade, 
In winter fire. 

III. 
Blest! who can unconcern’dly find 
Hours, days, and years slide swift away, 
In health of body, peace of mind, 
Quiet by day, 

IV. 
Sound sleep by night; study and ease 
Together mix’d; sweet recreation, 
And innocence, which most does please, 
With meditation. 

V. 
Thus let me live, unheard, unknown; 
Thus unlamented let me die; 
Steal from the world, and not a stone 
Tell where I lie.

Alexander Pope

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