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Archive for Outubro, 2008

Como poderá ser ontem

Hoje que começou

Lento como a luz

Fria

Trepando pelas escadas a medo

Uma pena perdida que voou

Destes dedos nus

– Ela diria:

“É segredo!”

Só depois sentirias que era uma onda preguiçosa

Sempre a aprender.

Não só a raposa

Caça porque tem que o fazer!

E que esta nuvem se desfaça

E que o Outono tenha outra graça

 

Æ

Nesta mó

Neste moinho

Junto a farinha calado e só

Já que a dois estou mais sozinho

 

Faço um risco

Escrevo um rascunho

Coloco um disco

E cerro o punho

λ

E já despejo a paisagem da tempestade

Porque em seguida devolvo os cabelos à liberdade.

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Uma vaga brisa intensa que foge

 

RAMO

 

Talvez eu não consiga quanto amo

ou amei teu ser dizer, talvez

como num mar que tu não vês

o meu corpo submerso seja o ramo

final que estendo já não sei a quem

 

GASTÃO CRUZ

A Moeda do Tempo

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reverse

Olá

Sei que aqui não estás

Mas sinto-te como se estivesses

Sem brisa que assim sentisse

     

A tua fiança foi paz

Mas a vida não foi capaz

De perdoar os erros e as fraquezas

De suportar tantas incertezas

          

Despontou outro cravo

Que pela luz não foi salvo

Partiste suavemente com ele

Ficaram retidos na minha pele

 

Fosse ele ou fosse ela, seria uma flor à janela.

Nossa.

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Okay

I cannot put my finger on it now

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Ga(rro)te

Aperta

É invísivel, mas soberano

Fecha-se devagar e em silêncio

Sempre nesta altura do ano

           

Nada vai!

Nada vem!

Será uma folha que cai?

Ou não sentir a força que tem?

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Rua silenciosa

De vermelho vestida, pele usada e gretada, por entre as folhas que caiem, pensando na vida e na água, por vezes salgada. Esbate-se na esquina e no jardim, levada pelo vento modesto.

(…)

Só depois percebi que era um sonho, uma frase solta sem argumento. Ainda assim sentei-me no degrau intermédio, esperando que a chuva viesse.

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Um dia na terra

12 graus às 8H30 da manhã.

12 graus às 8H30 da manhã.

A caminho da jornada de trabalho de campo. Com o sol a acompanhar.
10 da manhã

10 da manhã

A manhã estava fria, mas a adrenalina instalou-se à primeira nuvem de pó. Só a pastora parou para apreciar.

O Poceirão ali tão perto

O Poceirão ali tão perto

 

Se não fossem as instruções básicas do pessoal experiente, ainda lá estavam uns quantos de barriga no chão.

Dois dedos de moscatel

Dois dedos de moscatel

Limpar o pó das gargantas….

Maré-baixa às 3 da tarde

Maré-baixa às 3 da tarde

E assim se passou um dia bem disposto, descontraído, apesar do discurso sobre as perspectivas para os meses que faltam e dos objectivos que já se ultrapassaram. O homem estava com pressa e interrompeu o arroz de tamboril. Lá teve que vir mais uma concha dele (arroz).

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