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Archive for Novembro, 2008

Dez dias de carrêgo

 

Um ano de caminhada

Um ano de caminhada

Este ano a azeitona não vingou. Mas o azeite vai vir do mesmo lagar, só espero que o preço não suba pela pouca oferta. Coisas do clima. Aproveito para tentar fazer a minha horta um pouco mais produtiva. Se o tempo ajudar claro! As favas do costume, as ervilhas que também se safam muito bem. Já os alhos nunca dão muita produção e crescimento. Este ano vou tentar o alho-francês e, lá mais à frente, courgette.
Se calhar é muita coisa para tão pouco tempo disponível. Mas mais vale lançar a semente à terra do que deixá-la ganhar grama. Vão ser dez dias de agricultura e silvicultura.
Tenho o mocho e a enxada à espera.
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O silêncio…

É aquilo que morre no interior das árvores.

Como uma maré que não vaza, um pé que não quer ir na frente do outro.

Derrama a sua ignorância como uma ave que não voa.

Diabo de machado que não corta o vento agreste da clivagem.

O mundo é feito de varas. Direitas, tortas e quebradas.

A luz é um caminho. A noite uma partida. A manhã um epílogo.

O copo vazio é um engano…….

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Estradas

cai a folha

cai a folha

de terra, de pedra, sobem, descem, cruzam-se, reparam-se.

E acabam.

É a condição de existir.

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Out-on-0

Photo-gra-phy

 

Photo-gra-phy

Nicola Bettale

FREE

FALL

ON THE WINGS OF A BEE

ON THE TOP OF THE WALL

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Be yourself

freezed over a natural sense of do-not-know-what-to-do

 

The drum of life keep beating. . . . .

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(sem título)

preto-e-branco
preto-e-branco

Há momentos em que nada do que se diz é suficiente.  Um abraço S.

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Inside

Interior

Interior

Será que é preciso morrer

Para ver o coração por dentro

Entrar nele e saber

O que corre dos dedos até ao centro?         

 

Apertar

Sentir a vida mudar

Em cada segundo que bate

E dizer um disparate

 

Para perceber afinal

Que a luz que não vês

É apenas um sinal

Que não se conta até três…

        

 

 

 

O frio enrija

Mesmo que o corpo não exija

Onde há um abraço

Há um segredo a cada passo.

         

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