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Archive for Janeiro, 2009

Emperor Gaozong

Emperor Gaozong

 

in an English churchyard

in an English churchyard

Olha em frente
E vê o poente
Amanhã é outro dia
E a noite não será vazia.

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Sexta

 

John Butler Trio & Keith Urban – Funky Tonight Live – Arias

 

Mas não lhe dês muito espaço

Em vez de um nó, faz um laço

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Quinto

 crocus sativus

           

Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa
Faça até mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar! 

Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raiz
Ter por vida a sepultura. 

Fernando Pessoa - O quinto império

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EVO II

Sábado com sol

As laranjeiras aguentaram menos a geada…….

50 dias depois

Domingo já a cacimba rondava!

Close up

You’re so close to me.

Gota

De muita humidade nasce uma gota de água.

Por hoje é tudo.

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Longa é escolha

Há um limite para a dúvida
Há um abismo para a falta
E há uma volta com retorno, discreta.

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«Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente lhe sobreviverá. Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço.»

O Jogo do Anjo Carlos Ruiz Zafón

Oferta de Natal, este livro, que logo me chamou a atenção com este texto na contra-capa. Mal sabia eu que era o início da história. Envolvente, até agora.

Revejo-me, ou melhor não me revejo a dar esse salto.  Já estive à porta de uma editora com umas quantas folhas impressas e não consegui entrar. Será que foi o guardião da minha alma a impedi-lo? Ou apenas a razão terrena de ficar serenamente no anonimato?

Como a minha escrita, bastam-me poucas coisas para sobreviver. Esta aproximação cibernética é o suficiente. Até ver…. Ou o guardião se desleixar!

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Marca d’água

gelo

 

Indelével como uma só gota.

Longe está a razão daquilo que será o acaso, ou até a sedução distante.

Impera a paz seca, a folha morta, a terra decomposta. Revela-se o fundo turvo. Segredos esvanecem-se ao sol, como gelo a derreter. Mutações.

Não é cinza. Não é importante.

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