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Archive for Abril, 2009

À falta de alguidar

 

Tenho que arranjar uma ‘apanhadeira’ automática… 🙂

apanha

saco de favas

como não havia alguidar nem balde, vai num saco (sem publicidade)!!  8)

saco ervilhas

Para amanhã estão programadas as favas com bucho e entremeada.

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Dual core

 

peniche

segundos que ficam na memória gelada, rompem na aurora descendente que fica por cima do ombro encostado.

Ir. Vir. Ficar quieto. Adormecer.

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Uns e outros

 

 

Dente

Basta uma brisa leve de leste

Para fazer subir sem pressa

A vida e a luz que acendeste

Quando a direcção que seguias não era essa

 

Dizer que a boa nova é sempre bem vinda

Mesmo que seja ferida aberta de outrora

Quando não cicatrizou

Ainda!

Para quê querer abri-la agora

Se a paz em ti nunca sarou

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Gota de nada

L

 

Dentro daquilo que é

A construção do presente

Faz-se pé ante pé

Descalço ou sem corrente

 

Mergulhando no mar sem ondas

Ouves o eco profundo

Dos golfinhos

E das lendas

Em qualquer parte do mundo

Os raios de sol não estão sozinhos

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Saber onde é

aquela escada que leva a lado nenhum, só é escada por que tem degraus.

Subir. Descer. Sentar. Reflectir

ora aí está algo que se diz porque as palavras saltam à nossa frente, sem subir, sem descer. o Escher é que sabia.

Eu apenas sei que desço a escada para sair de casa e desço a escada para entrar no emprego. No vice-versa está a dúvida.

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Memória

Aromas

Que encontro eu na gaveta

que não tenha já procurado tanta vez

– não é lápis nem caneta –

Será a sedução, talvez

 

Ela está quase sempre fechada

As coisas mudam apenas de lugar

A ordem já não interessa nada

Apenas se perde a capacidade de guardar

 

A cada canto o pó seco se acumula

Como uma viagem à distância que se anula

Reóstato avariado que já não se regula

– sede, fome, bebedeira e gula

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When I Grow Up

Fever Ray

Composição: Karin Dreijer

When I grow up, I want to be a forester
Run through the moss on high heels
That’s what I’ll do, throwing out boomerang
Waiting for it to come back to me

When I grow up, I want to live near the sea
Crab claws and bottles of rum
That’s what i’ll have staring at the seashell
Waiting for it to embrace me

I put my soul in what I do
Last night I drew a funny man
with dark eyes and a hanging tongue
It goes way bad, I never liked a sad look
From someone who wants to be loved by you

I’m very good with plants
When my friends are away
they let me keep the soil moist
On the seventh day I rest
for a minute or two
then back on my feet and cry for you oooh oh

You’ve got cucumbers on your eyes
Too much time spent on nothing
waiting for a moment to arise
The face in the ceiling and arms too long
I wait for him to catch me

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