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Archive for Janeiro, 2011

ausgang

das sombras cruzadas pelas nuvens, as causas pertencem ao sonho.

essa capa velha da sabedoria, prescinde da altivez da terra húmida

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nights in gray thoughts

ah, a vontade cega de ver a estrada

onde apenas há vida passada

ameias abertas

perdidas setas

a redenção sublime dum copo de vinho

os altos e baixos e planos de todo um caminho

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no vazio

as linhas são infinitas

mas sorrio

pelas coisas mais simples que são ditas

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só que

sei a sabedoria dos canteiros por semear

não subo alto porque perdi o voar

esforço-me por nada fazer

guardo as nuvens da vida, até morrer

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(...) 
The rainbow comes and goes,
            And lovely is the rose;
            The moon doth with delight
     Look round her when the heavens are bare;
            Waters on a starry night
            Are beautiful and fair;
     The sunshine is a glorious birth;
     But yet I know, where'er I go,
That there hath past away a glory from the earth.

Now, while the birds thus sing a joyous song,
     And while the young lambs bound
            As to the tabor's sound,
To me alone there came a thought of grief:
A timely utterance gave that thought relief,
            And I again am strong. (...)

Mais aqui – by William Wordsworth

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Sin(opsis)

um dia raiva, noutro resquício. Mente verdadeira, lágrima risonha.

A opção é vogar, cultivar o pecado gasto.

o sucesso é inverso da linha recta.

Água de nascente, pura.

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Carpe Omnium

pela indiferença rodeada

sem tecto, sem respeito, sem nada

brilha sem brilho na madrugada

cala o silêncio da sinfonia morta

devagar se empurra o ferrolho da porta

afia-se o lápis mas a escrita aborta

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