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Archive for Junho, 2011

perdida a pouca paz

como se nada tivesse proveito

apenas esta sombra jaz

no sublime e pobre efeito

se houve algo que não disse

sustento que não ofereci

apresento a minha tolice

para me afastar de ti

estas palavras que se vão perdendo

velhas e inconsistentes

mostram tudo aquilo que fui sendo

baloiçando nas correntes

e do tanto que não sei

aprendo sem virtude

e de tudo aquilo que dei

é um oásis que ilude

baixo a cabeça

ergo a folha morta

guardo o que mereça

ficar para lá da porta

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Passivo

e quando abandonas toda uma quota de vontade, porque não pões o cinismo nublado como moeda de troca, o amanhã é apenas mais um ocaso primaveril, sem presença, sem audácia, sem doçura.

Mas as coisas tornam-se em algo difuso e intermitente, o que faz com que a noite seja o início da perseverança.

Não há ameias para ventos calmos.

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