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Archive for Outubro, 2011

Pulso

acaba mais uma jorna sem sal, sem brilho – nem o Hércules

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as rolas dançam nos cedros fechados

os sinos calam a sua sinfonia

os epitáfios diluem-se no mármore e granito

a terra seca e os dedos molhados

as flores tristes ao final do dia

o lápis de carvão tenta o destino escrito

resolvido o teorema

perde-se a razão de sair

inventa-se novo lema

como parede a ruir

encostado na sombra persiste

cabelo sem rumo

voz sem paz

onde já nem a poeira existe

tua aura em mim perfumo

para sempre o silêncio ficará para trás

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Folhas de Outono

no centerfold to a word never told

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Alma nua

quando o manto negro chegar

deixa que as lágrimas opacas

sejam a suave mortalha

redimida sem pesar

como lume de brasas fracas

escolhidas cá dentro como calha

tudo o que ficará na poeira quente

será o aroma esquecido e dormente

de obras e luzes esboçadas

nas manhãs frias e passadas

assim será a partilha

da alma nua que brilha

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