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Archive for Abril, 2012

Ao cair

A Drunken Man’s Praise Of Sobriety

Come swish around, my pretty punk,
And keep me dancing still
That I may stay a sober man
Although I drink my fill.

Sobriety is a jewel
That I do much adore;
And therefore keep me dancing
Though drunkards lie and snore.
O mind your feet, O mind your feet,
Keep dancing like a wave,
And under every dancer
A dead man in his grave.
No ups and downs, my pretty,
A mermaid, not a punk;
A drunkard is a dead man,
And all dead men are drunk.

William Butler Yeats
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Pendurado

o valor é a forma abstracta da dimensão inteira

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passeio

não

não sei onde os peixes morrem

e as palavras se turvam

pelo agitar frenético da mão

sim

sei onde é o fim

da maré cheia do jasmim

mas nunca saberás porque sou assim

talvez

saibas a cor da paixão

sempre serão mais que três

ou duas, ou não

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high

never going back again

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nesta utopia errante de ficar cego

para sentir a ferida rasgada na imensidão

de guardar cá dentro o que sempre nego

por mais que seja o éter da razão

escrever à solta e sem eco

derrubar miragens envoltas em nada

uns dias rezo, noutros peco

mas na paz branca da madrugada

sou egoísta demais para ser outro

vela encolhida sem corda nem mastro

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(C)entrar

no sorriso de um palhaço

há apenas surpresa

como a força de um abraço

de que não há certeza

o caminho nunca foi direito

o vento e a chuva moldam

o futuro sem pretérito perfeito

das curvas que nos enganam

e em todas as cores do disfarce

se notam as almas distantes

que não podem amar-se

porque nunca o foram antes

cruzar as espadas

rezar as preces

lágrimas guardadas

nas linhas que teces

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Quebra

se o vento um dia souber

escrever nas árvores a sabedoria

subirei ao ramo mais alto

para sorrir e aprender

as palavras que não sabia

e os caminhos onde falto

juntei no rio as lágrimas doces

fiquei lá até a noite crescer

esperei que tu lá fosses

levar a linha que não sei fazer

atravessei o vau

molhei a cara e a perdição

nem tudo o dói é mau

mas serve sempre de lição

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