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Archive for 3 de Abril, 2013

neste ir e ficar de sossego

há novas e velhas mantas antigas

feitas de juras e beijos

vasos vazios que nunca rego

raízes que rasgam

linhas que ligam

traves-mestras e vigas

sonhos, rezas e desejos

mas desse veneno  vitorioso

não há prova nem lâmina afiada

só o vento vindo do nada

a parede suja

o planar silencioso da coruja

a caminho do ninho

o segredo do repouso

parca fibra de linho

¿

de onde vem

a contrição da palavra muda

a mão fria que ajuda

na luta entre o pesado mal e o leve bem?

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