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Archive for Outubro, 2013

Halo (wine)

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                      W i t c h c r a f t

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304

dia de passagem como tantos outros, dia de sentir o passado e descobrir o futuro.

E que o fogo aqueça a alma e as cinzas voem ao sabor das palavras.

Samhain

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Livery

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Io

tudo à volta rodopia
e eu pequeno
e eu parado
hoje ainda não foi dia
de pintar com veneno
o meu velho cajado

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Da outra forma de ler e semear

sê um dia uma gota
de orvalho
na noite fria
admira a lua e as estrelas
e ao nascer de um outro dia
desapareces na terra
e dás
razão e sentido
a quem escreve e apaga
só porque o medo é mais forte
que a jura
eterna e rasa
de ser subsistente e interior
por mais que a vontade
seja não ser semente

                  Hora de Inverno

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Ficando…

Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,
E deseja o destino que deseja;
Nem cumpre o que deseja,
Nem deseja o que cumpre.

Como as pedras na orla dos canteiros
O Fado nos dispõe, e ali ficamos;
Que a Sorte nos fez postos
Onde houvemos de sê-lo.

Não tenhamos melhor conhecimento
Do que nos coube que de que nos coube.
Cumpramos o que somos.
Nada mais nos é dado.

Ricardo Reis

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Sal do meu sangue

Autumn leaves

nunca escrevas com uma faca afiada

em madeira

não digas nada

quando não há sol na eira

há coisas que são apenas intensas na saída

para lá chegar

é preciso fazer ferida

ou ter uma flor do campo para dar

perdido que foi o momento

a fria fé de outro tempo

fica o sal, o sangue e a melodia do vento

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dança de aves nocturnas

quanto de ti há
num pedaço simples da vida
numa linha dum livro esquecido
quando o nunca era já
naquela carta perdida
naquele beijo nascido
|
       numa valsa longa e serena
       subimos para lugares supremos
       naquela estrela mais pequena
|
e foi noutra noite nublada
que foste sem dizer nada
ao sabor da corrente
que só a alma sente.

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deixei de ser humano

para ser apenas urbano

irritado, fóssil, mosquito, âmbar

nenúfar

só as abelhas e os colibris  conhecem

as flores

e os sabores

que a luta merecem

para viver além da mínima suposição de vontade

de voar e esquecer

o amargo da saudade

do que foi ter e não ter

avançar para uma surpresa conhecida

o sustento da vida

cair e lamber a ferida

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entre duas sombras

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já houve tempo, espaço e glória, outras virtudes menos vazias, degraus que apenas serviam para descansar as pernas e as penas – mas tudo o que lá vai e ficou, tem regra de três simples para o futuro.

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