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Archive for 5 de Fevereiro, 2014

da noite e da quimera

Dreams

nesta casa

de branco caiada

nunca entrei

mas fui eu que a caiei

no fresco da alvorada

onde o sol sempre se atrasa

neste campo de rosmaninho

de intenso aroma

e de abelhas sem fim

fiz um banco de jardim

deixei a noite numa redoma

e o vento no moinho

Θ

tanto sonho

de sombras pintado

de dor curvado

onde os olhos ponho

já depois de acordar

o dito ganha o infinito

para noutra noite voltar

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