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Archive for Agosto, 2014

Golden moon

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É nestes momentos que gostaria de ter algo mais capaz de captar a beleza e a virtude plena deste planeta.
Como na minha subjetividade, é o que se arranja.

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Rios sem pontes

31/08 blog day

Sentado no mocho

Edward Hopper: sun in empty room

sabendo onde passar a vau, porquê escolher o mais largo e fundo?

nobody knows

not only the sun glows

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31/08 blog day

Sentado no mocho

Folhas de Erva

(selecção e tradução de José Agostinho Baptista)

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num gesto

inocente se perdeu amizade ambígua e equívoca…
all that you leave behind!
😮

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Novena

acaba-se Agosto
logo depois vem Setembro
a pouca saudade que lembro
são as nuvens ao sol posto

e de tantas coisas mais
das melodias habituais
que inundam rios e cantos vazios
voltam os dias pequenos
e os rosários terrenos

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Degrau

hoje vou dormir calçado

vestido

amargurado

esquecido

as dores serão apenas nos pés

o calor no peito

mãos de lés a lés

cavaleiro sem feito

não subas só porque há frio

lá no alto também há ilusão

quando me quiseres dar a mão

saltaremos no vazio

hoje há

melodia menor que fá

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the moon’s insane

there’s an old woman with a cane

a fat friend on the fast lane

and no idiot surprise to blame

speed up and dream

things are not what they seem

follow the pace

and show your ugly face

don’t cry your fake tears

but blow up all your fears

 

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as horas passam
como se nada fosse
nada houvesse
teias que o tempo tece
chuva que o vento trouxe
dúvidas que jamais se lançam

o tempo demora-se
ou não
a tabuada decora-se
com os dedos da mão

escrevo
no intervalo dum segundo
e já nada devo
ao fado que me deu ao mundo

a um gesto ausente
nada sobra, tudo dobra
apenas é indiferente

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Dentes de erva

pausa

só para saber onde há cigarras

a cantar

esquecer a causa

por que te agarras

à fase inteira do luar

cai a luz do sol

e vem outra maré

a ironia mole

sem pé

já nem no coração mando

até quando??

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Proa

a minha vela
ao vento
confio nela
a qualquer momento

       para rasgar o mar
       e o horizonte
       sou o marinheiro na ponte
       na proa brilha o luar

quando o cais nos chama
a brisa morna quase adorna
um doce instante de proveito e fama

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