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Archive for 21 de Agosto, 2014

as horas passam
como se nada fosse
nada houvesse
teias que o tempo tece
chuva que o vento trouxe
dúvidas que jamais se lançam

o tempo demora-se
ou não
a tabuada decora-se
com os dedos da mão

escrevo
no intervalo dum segundo
e já nada devo
ao fado que me deu ao mundo

a um gesto ausente
nada sobra, tudo dobra
apenas é indiferente

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