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Archive for 2 de Junho, 2015

deixem-me ser sozinho
ser o pó do caminho
mesmo que isso seja
o que menos se deseja
deixem-me sonhar com a poesia
com a luz ao fim do dia
ainda que ninguém a entenda
preenche uma longa fenda
deixem-me ser vazio
uma cana velha num rio
a ele pertenço
flutuo no nada imenso
deixem-me ser o que presto
o risco, a soma e o resto

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