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Archive for the ‘Cavernas’ Category

 

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Photo via on VisualHunt.com

 

rivers to cross, numbers to forget, something to quit, face to wet, eyes to close, circles to break, errors to take, nights to wake.

another shot on a grey day, so many pains to dry and no stars in the sky…

let it burn, out!

 

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Photo on Visual Hunt

Then the sudden smell of burning flesh

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Photo on Visual Hunt

na escuridão onde nada há

tudo se conquista

mesmo que a vontade que dista

entre o medo e a revolta

não seja senão a escolta

que guarda as palavras finais

como quem espera no cais

o nascer do sol de todos os dias

que era quando esquecias

a distância de um até já!

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Photo credit: akigabo on Visualhunt.com / CC BY-ND

vai longa a emoção perdida

a folha caída

fora de tempo

a cada dia um contratempo

tudo contra o momento

as horas passam

os meses escassam

tudo o que tinha

na memória que não era minha

retorna sempre no relento

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

mas a cada dia que esqueço

a poesia que à noite coagula

e tudo o resto que não mereço

por fraco que seja o pecado da gula

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sentado em silêncio, viro as costas ao infinito, donde nada trouxe.

continuar… esse desígnio tão linear, pleno de caminhos, de lágrimas, de sorrisos, de palavras inéditas, de livros fechados, de memórias. entende o entretanto inexplicável, pois breve é alegria material, nas cinzas da lareira apagada.

os laços já são apenas traços, diminuídos pelo vento e pela chuva. concedo o abraço da despedida.

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empty pace

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respiro o ar vazio

bebo no copo cheio

o que era eu sem nada?

nesta insistência da madrugada

esvazio a garrafa

na penumbra que nunca me abafa

¨¨¨¨¨¨¨

falta-me o tempo e a existência

parte de mim sou eu

breu

paciência

golo de água morna

dia de outra jorna

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trinta e tal

fui e vi tudo outra vez

o que toda a gente fez

disse o que era e o que bebi

o que não vivi

o que sempre soube o que era o fim

o que nunca disse sobre mim

todo este vazio que me apodera

até ao sol quente da Primavera

resplandece

aquece

na conquista primária da vida

esquecida

onde a cada passo volta a esperança

da descoberta repentina nas mãos nuas duma criança

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