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Archive for the ‘Escrita’ Category

Lone, and wanting thee, I weep;

Love and sorrow, one existence

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Yeats

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Nota (im)própria

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Estamos em nós, sem fantasmas para perseguir. Gostamos do sol e da areia limpa. Somos felinos, sem fel.

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Uma lágrima

É uma palavra que se solta

Uma viagem sem volta

Uma estrela que vem de cima

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Uma estrela

É uma moldura vazia

Uma viagem ao final do dia

Uma pintura sem tela.

O pormenor é o que menos importa. Ou o seu reverso. Como uma medalha ferrugenta que limpas para perceber o relevo. O trabalho do artesão. Uma arte sem técnica. Uma revolução suave e com muita duplicidade. Mas não trivialidade. Obra de operário sem salário, sem horas, sem desejos. Nem sempre longe, nem sempre perto. Uma vitória sem confronto. Uma flor sem raíz. Uma fonte sem água. Apenas pedras e terra.
Pura como o silêncio. Brava como a saudade. Egoísta como a paixão.
Nada se fará como no passado. Apenas a folha morta irá ficar dentro do livro cem vezes lido, deixando a sua marca, o seu odor. Terra... Negra, castanha, seca. Viva.
Corre. Desfruta o vento e a noite.

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Voltei a ser quem era, o chão que piso tem tudo para ser melhor, não vale a pena pisar outro, o medo é sempre mais forte que o falhanço! Enquanto isso, aprender torna-se reflexo da oportunidade expectável, de onde florescem marés e quartos minguantes.
Vamos lá para mais uma negaça. Época de ver, ouvir e calar!

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Extenso

Porque a minha vida tem números e dígitos:
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Três vezes trezentos e sessenta e cinco.
Podia equacionar outra hipótese, mas a soma seria sempre negativa.
Sempre dei multiplicação às prioridades e não é a matéria mínima que trará outro quociente.
As contas fazem-se no fim, da vida e da morte…….

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Outro ano beltrano

2015, o ano para novidades novas e velhos hábitos de monge. Assim se faça a vontade.

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Outono

Há flores amarelas no Outono. E mistérios insolúveis no desleixo recorrente e sintomático de quem não lavra responsabilidades!
Mas hoje também percebi de onde vem este suave escudo de concha, este saber inato da espada embainhada. E a semana seguirá castanha, chuvosa e fria. E o brilho nos olhos terá outra virtude…

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