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Archive for the ‘Não classificado’ Category

numb

Photo credit: hannes-flo on Foter.com / CC BY

caminhei por entre as palavras perdidas

esperei a noite ébria

julguei que te via

mas era apenas a memória

em tantas noites seguidas

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

é nos momentos de partilha e união

que a lágrima é maior que o não

e me sento no chão

olho as estrelas e a lua

e nunca haverá beleza tão nua

que traga uma luz igual à tua

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sem protecção nem dados!!

Sentado no mocho

A alma nasce velha e torna-se jovem, eis a comédia da vida. O corpo nasce jovem e torna-se velho, eis a tragédia da alma.


Os homens sempre desejam ser o primeiro amor de uma mulher; este é um efeito da sua insensata vaidade.

As mulheres têm um instinto mais subtil. Elas desejam ser o último amor de um homem.

É uma pena que nós levemos a sério as lições da vida só quando já não nos servem para nada.

in Meditações de Óscar Wilde

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Sentado no mocho

storm-cloud-cloud-water-water Photo on VisualHunt

não sonho quando me deito
não sorrio quando me levanto
sou um rio fora do leito
só a margem sabe o quanto
}
já fui até ao fim
de tudo o que não comecei
choro a raiva que há em mim
aquela que da lua herdei
}
tudo é errado
até o próprio erro
ontem disse ao passado
para não ir ao meu enterro

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Sentado no mocho

quanto de ti há
num pedaço simples da vida
numa linha dum livro esquecido
quando o nunca era já
naquela carta perdida
naquele beijo nascido
|
       numa valsa longa e serena
       subimos para lugares supremos
       naquela estrela mais pequena
|
e foi noutra noite nublada
que foste sem dizer nada
ao sabor da corrente
que só a alma sente.

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Perseverança errada

odd days to remember in the dark

Sentado no mocho

sempre serei o que sou

e não apenas aquilo que sei

se não percebes aquilo que dou

guarda as palavras que nunca dei

tudo tem um fim

mesmo o que não começa

nada foi mais que assim

por menos que assim pareça

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Ch.

Sentado no mocho

está tudo escrito acerca da capacidade intrínseca de esquecer o mais e verter a lágrima.

se aperta, respira.

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Companha

lantern-old-light-evening-twilight

Photo via Visualhunt.com

queria

ser a luz do dia

o crepúsculo da tarde

a paz da tempestade

todas essas coisas que todos guardam

numa gaveta cheia

num grão de areia

e esquecem a revolta contida

beijam a ferida

que os sonhos saram

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

ao longe tudo parece menos

acordes serenos

da música habitual

que ouves quando há nostalgia

ou se não houver poesia

nos livros que não escreveste

nas entrelinhas que não leste

nessa rotina sem ritual

>

a noite acompanha-me em silêncio

numa brisa cinza

num manto de encanto

mergulho em mais um início

de dias crescentes

e paixões ausentes

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