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Archive for the ‘Terra’ Category

essa beleza estranha

que se esconde na incerteza

onde cada lágrima se apanha

numa gota de chuva quente

que se sente na emoção

em nenhum momento de tristeza

(pois ninguém chora nem sente

a redundância de dizer: não!)

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Photo on Visual Hunt

Then the sudden smell of burning flesh

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acentos reflexos

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Photo on Visual Hunt

por mais que seja a saudade

essa visão que atravessa o espaço

dirá sempre palavras menores

pois nunca a verdade

se desfaz como um laço

num arco-íris sem cores

e é ser maior que o pó

ter tudo e ser apenas só

o fim secreto num banco de jardim deserto

 

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sentado em silêncio, viro as costas ao infinito, donde nada trouxe.

continuar… esse desígnio tão linear, pleno de caminhos, de lágrimas, de sorrisos, de palavras inéditas, de livros fechados, de memórias. entende o entretanto inexplicável, pois breve é alegria material, nas cinzas da lareira apagada.

os laços já são apenas traços, diminuídos pelo vento e pela chuva. concedo o abraço da despedida.

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máscara

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não, não há em mim mudança

nem riso nem lágrima, apenas eu

que espera e alcança

que guarda o sol no silencioso breu

#

não entendo nem pretendo

escuto mas nem sempre ouço

as palavras e os ritmos em crescendo

já não chego à água do fundo do poço

#

deixem-me lá ser o que sou

é tarde para ser diferente

gosto da quietude onde estou

de ser cometa ausente

#

já perdi o método e a obsessão

ganhei pouco para além do sorriso

mas se um dia me ouvirem dizer: não!

talvez aí já não seja preciso

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Os Textículos Sacânicos

Os Textículos Sacânicos, romance de Salman Henrique Rushdie Raposo Esta obra, cujo título original é Alentejo prometido, foi publicada em princípios de 2016 e provocou grande polémica no mundo alen…

Fonte: Os Textículos Sacânicos

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matéria e forma

ides

pela manhã, quando me levanto

o cansaço é tanto

que me deito à sombra de mim

e faço um festim

num rio de palavras revolto

um tigre solto

na água fria do passado

¨¨¨¨

saturado da rotina

dessa crítica sem razão pura

baixo de novo a cortina

guardo no bolso a desventura

vou em busca do lilás

fica a neblina para trás

brilha o azul nublado

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