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Posts Tagged ‘Nina’s’

Flawed

tive

não sou

estive

não vou

se um dia

quiseres saber

o sabor

da água fria

deves beber

quando não estiver calor

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podia ser o finito

mas acabar é ser primeiro

que a luta

dizer sem ter dito

parte menor do inteiro

razão que se refuta

e quando a emoção

te toma os olhos

e a vitória são escolhos

o sim será sempre não

tudo é estranho

a lua

o caminho

a aurora sem tamanho

ela é tua

mas sonho sozinho

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Other road

sou um burro velho

um ano acabado

uma quebra num espelho

pois mais que perdoe o pecado

fiz de tudo ou quase nada

perdi mais do que ganhei

mas nesta última jornada

nenhuma vitória conquistei

sou o treze

deixo a vida ao quatorze

e a maré ao quinze

eu vou para outra fase

o meu ninho de memórias

o meu barco ao luar

ou qualquer outro lugar

onde se não busquem glórias

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Segundo olhar

“Os olhos são os intérpretes do coração, mas só os interessados entendem essa linguagem” – Blaise Pascal.


¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨

Nos meus olhos vês aquilo que escondo

Mas não me atiras para o abismo

Lá dentro, bem fundo

Estará sempre aquilo que cismo

Mas ao voltar a sonhar

Acordo e vejo a escuridão

De não ter aqui o teu olhar

back to 2007 !!

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Numa noite de Outono

A memória de ti calma e antiga
Habita os meus caminhos solitários
Enquanto o acaso vão me oferece os vários
Rostos da hora inimiga

Nem terror nem lágrimas nem tempo
Me separarão de ti
Que moras para além do vento.

       Sophia de Mello Breyner Andresen – MAR NOVO
assírio & alvim

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Seja como se não fosse

hoje jurei sob uma árvore morta
que iria esquecer o mês seguinte
mas se a morte não se exorta
a poesia é um velho requinte
_
sempre foi mais visão
que desejo
longe do coração
há laços que não vejo
_
um dia sempre igual
cinzento a cada momento
nas linhas dum ritual

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Logo que passe a ilusão

era uma estrela
sem constelação
nem só eu conseguia vê-la
mas era uma forte ilusão
   teve a fortuna azeda
   de dar e seguir em frente
   partiu numa chuva de seda
   a mortalha dum amor ausente
o caminho acabou
a erva cresceu
nada mais restou
que um arco-íris de breu
    nasceu um desistente
    de raiva contida
    e alegria ausente
    pelas lavras da vida

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