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Posts Tagged ‘Vermelho’

 

sê a tristeza nos canaviais

a beleza no jamais

desiste sempre que a luz brilha

insiste no que ninguém perfilha

caminha e lembra o começo

desde agora até ao berço

(…)

acorda quando o sonho se dilui

adormece quando a saudade flui

sinto a tua mão quando digo não!

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beach-sunrise-ocean

Photo on Visual Hunt

na escuridão onde nada há

tudo se conquista

mesmo que a vontade que dista

entre o medo e a revolta

não seja senão a escolta

que guarda as palavras finais

como quem espera no cais

o nascer do sol de todos os dias

que era quando esquecias

a distância de um até já!

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sunset-sky-clouds-orange-grey-dramatic-australia

Photo via Visual Hunt

do outro lado apenas silêncio e emoção

aquilo que é o lema e a paixão

cá deste

nada mais que um vazio abissal

um mar sem sal

sempre neste

fugir do vento e das borboletas

encher de vazio as gavetas

(…)

podia acabar a noite e o abraço

podia vir também a raiva contida

o tremer das pernas a cada passo

só depois se saberia a razão de nada haver nesta vida

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Souvenir

MINOLTA DIGITAL CAMERA

Chama viva para outra esperança

cura

essa dor colorida

pinta de preto e branco o vento

tenta o momento

do raio de sol na despedida

onde a breve vaga perdura

embrulha os pesadelos do dia

ontem ninguém sabia

que o sangue dormia

na cama de palha

pois o coração dorme onde calha

e bebe o tinto da talha

nesta vida azeda e vaga

onde há mel e há abelhas

tantos querem que traga

os olhos como centelhas

é um repente que as apaga

na sombra das sobrancelhas

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o vento nada me trouxe
nem a coragem
por pouca que fosse
fez a viagem
essa que a noite traz sem pressa
um círculo iluminado
feito no fim do pensamento
sem dia marcado
brilhando a cada momento

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Não é raiva nem dor

Noutras memórias me afundo

Por serem minhas e tuas

Têm um rasgo profundo

Nestas nossas mãos nuas

 

Não é raiva nem dor

Depois será o que for

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apagam-se as linhas
e os erros binários
todas as conquistas que tinhas
são agora defeitos diários
feridas
sementes sem terra
caminho árduo na serra
ideias rudes
velhas virtudes
erguidas
parece fácil dominar o fim
acabou tudo aquilo que não sou
difícil é sangrar o sim!

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